PLANO DIOCESANO DE PASTORAL

INTRODUÇÃO

 

A Igreja é a comunidade dos seguidores e seguidoras de Jesus Cristo. Ela existe para continuar a missão de Jesus neste mundo. E esta missão não é outra, senão a realização do reinado de Deus, cuja característica mais importante é a justiça ao pobre, ao órfão, à viúva e ao estrangeiro – marginalizados e oprimidos na Bíblia.

Por isso mesmo, a Igreja precisa se confrontar sempre com a vida e missão de Jesus e com os desafios da realidade na qual ela está inserida. E a partir daí, avaliar e planejar sua ação pastoral. A ação da Igreja tem que ser pensada e planejada a partir do lugar onde ela se realiza e do objetivo que se quer alcançar. E nem sempre é assim que acontece. Basta comparar as atividades que a gente mais faz na Igreja (terço, novena, coral, celebração, catequese etc.) com aquilo que Jesus mais fazia (cuidar das pessoas em suas necessidades). O que era mais importante na vida de Jesus, parece ser o menos importante na vida de nossa Igreja...

Este plano de pastoral é um esforço de pensar, orientar e planejar a ação da nossa Igreja diocesana, de modo que ela seja cada vez mais colaboração e continuação da ação de Jesus, o Bom Pastor que dá a vida por suas ovelhas (Jo 10, 11).

Ele é fruto de um ano de avaliação e reflexão em toda diocese sobre nossa ação pastoral. Começamos esse processo na assembléia diocesana em fevereiro de 2012. Continuamos ao longo do ano nas assembléias paroquiais e nos encontros zonais. E concluímos na assembléia de novembro de 2012. Fizemos um diagnóstico dos grupos e das atividades pastorais em nossa diocese, bem como dos frutos que eles têm produzido. Confrontamos essas atividades e esses frutos com a vida e missão de Jesus e com os desafios de nossa realidade. E, partir daí, identificamos três grandes desafios ou urgências pastorais que exigem de todos nós um cuidado e uma atenção especial.

O sucesso desse plano de pastoral vai depender do compromisso e da criatividade de todas as paróquias, comunidades, pastorais, grupos e movimentos de nossa Diocese. Ele deve ser assumido por todos. É como um guia, uma bússola, uma orientação para nossa ação pastoral que deve ser sempre continuação da missão de Jesus (objetivo) em nossa região (lugar).

Ele está organizado de maneira bem simples. Começa tratando dos desafios de nossa realidade. Recorda nossa missão a partir do objetivo da ação evangelizadora da Igreja do Brasil. E conclui apresentando as prioridades ou as urgências pastorais definidas na última assembléia diocesana.

 

 

I – NOSSA REALIDADE

 

Um aspecto fundamental da avaliação e do planejamento pastoral é a consideração dos problemas e dos desafios da realidade na qual estamos inseridos e na qual devemos ser sinal e fermento do reinado de Deus.

As assembléias paróquias e os encontros zonais, realizados ao longo de 2012, identificaram uma série de problemas e desafios em nossa região. Alguns desses problemas estão presentes em todos os municípios. Outros são mais específicos de uma ou outra região, especialmente onde estão sendo implantados grandes empreendimentos econômicos e a infraestrutura necessária para seu funcionamento.

Antes de tudo, é preciso reconhecer a situação de pobreza em que vive a grade maioria do povo de nossa região, fruto da concentração da riqueza, da renda, da terra e da água. Dados do governo revelam que em 2010, 25% das famílias dessa região tinham uma renda mensal de até 127 reais

(um quarto do salário mínimo na época) e que 84% das famílias de nossa região tinham uma renda de até um salário mínimo (na época, 510 reais).

A esse dado alarmante juntamos uma série de problemas que foram identificados nas assembléias paroquiais e nos encontros zonais, estreitamente ligados a situação de pobreza e miséria em nossa região.

- Ineficiência do Estado: ineficácia dos conselhos de políticas públicas; assistência hospitalar médica e profissional precária; carência de moradias dignas; saneamento básico e vigilância sanitária ineficazes; segurança pública ausente e clima de insegurança e medo diante da crescente violência urbana e rural (roubo e furto, mortes no trânsito...), com o agravante da falência do sistema penal e a discriminação dos detentos e seus familiares; corrupção generalizada.

- Ausência dos mecanismos de promoção humana: prostituição e exploração do trabalho infanto-juvenil com gravidez na adolescência; tráfico e consumo de drogas; exploração dos idosos e aposentados; direitos dos trabalhadores constantemente violados e situações de trabalho escravo (corte de cana) com maus tratos e baixos salários, além de uma escala de trabalho estressante (caminhoneiros e peões de firmas).

- Agressões ao meio ambiente: desmatamento sem controle; assoreamento dos rios, aterramento e poluição de lagoas e açudes públicos, com a destruição dos mangues; ocupação de áreas de preservação ambiental; pesca predatória; degradação do solo por envenenamento com uso indevido de agrotóxicos, queimadas e extração de argila; água potável desperdiçada, desviada e concentrada, com a consequente ausência em muitas comunidades; poluição do ar (agrotóxicos, fábricas de calcário e cerâmicas).

- Degradação do tecido social: famílias desestruturadas, com diversidade de modelos e situações de extrema pobreza; cultura da alienação e inversão de valores; medo, indiferença e diversas formas de preconceitos; sistema educacional ineficientel; analfabetismo religioso e teologia da prosperidade; apatia e descompromisso em mudar a realidade.

- Grandes projetos: Açude Castanhão (Jaguaribara, Jaguaretama); Barragem Figueiredo (Iracema, Potiretama, Alto Santo); Canal da Integração (Morada Nova); Chapada do Apodi (Quixeré, Limoeiro e Tabuleiro); Tabuleiro de Russas (Russas); Energia Eólica (Aracati, Icapuí); Carcinicultura (Jaguaruana, Itaiçaba, Fortim, Aracati, Icapuí).

 

 

II – NOSSA MISSÃO

 

Outro aspecto decisivo e fundamental da avaliação e do planejamento pastoral é a clareza de que a missão da Igreja é a mesma de Jesus: que a vontade de Deus se realize entre nós e, assim, seu reinado de justiça e paz vá se tornando realidade já neste mundo. Toda nossa ação pastoral deve ser entendida e efetivada como colaboração e continuação da ação de Jesus, o Bom Pastor, que dá sua vida pelas suas ovelhas (cf. Jo 10,10). Por isso mesmo, deve ser vivida na dinâmica do discipulado (aprender com Ele) e da apostolicidade (para continuar sua missão). A vida concreta de Jesus de Nazaré é a referência e o critério fundamentais da avaliação e do planejamento.

E é precisamente para isso que chama atenção o Objetivo Geral da Ação Evangelizadora da Igreja do Brasil. Ele nos apresenta o horizonte e a meta de nossa caminhada. E porque ilumina, orienta e ajuda a avaliar, ele não pode ser esquecido durante a execução de nosso Plano de Pastoral. Deve estar sempre diante de nossos olhos e em nosso coração:

EVANGELIZAR,

A partir de Jesus Cristo

e na força do Espírito Santo,

como Igreja discípula, missionária, profética e misericordiosa

alimentada pela Palavra de Deus e pela Eucaristia,

à luz da evangélica opção preferencial pelos pobres,

para que todos tenham vida rumo ao Reino definitivo.

 

“EVANGELIZAR PARA QUE TODOS TENHAM

VIDA, RUMO AO REINO DEFINITIVO

 

O verbo Evangelizar resume a missão da Igreja. A evangelização é o coração e a razão de ser da Igreja. Ela não existe para si mesma, mas para a missão. E sua missão, como afirmou o papa Paulo VI, é EVANGELIZAR: “levar a Boa Nova a todas as parcelas da Humanidade, em qualquer meio e latitude e, por seu influxo, transformá-las a partir de dentro e tornar nova a própria Humanidade – 'eis que faço novas todas as coisas'”. Não se trata tanto de “pregar o Evangelho” a um número cada vez maior de pessoas, “mas de chegar a atingir e como que modificar pela força do Evangelho os critérios de julgar, os valores que contam, os centros de interesses, as linhas de pensamento, as fontes inspiradoras e os modelos de vida da humanidade”.

A evangelização tem a ver com o anúncio explícito do Evangelho, mas, sobretudo, com sua realização em um lugar e em uma situação determinados. Evangelho significa Boa Notícia. E uma notícia é realmente boa quando faz bem a alguém. Sendo assim, pertence à evangelização a realidade concreta das pessoas e o bem que se pode e deve fazer a elas. Trata-se de uma Boa Notícia que é fonte de vida, que produz vida para todos, começando por aqueles que têm a vida ameaçada, destroçada, negada...

Essa Boa Notícia não é outra senão a realização do reinado de Deus neste mundo. Deus é Rei e sua ação consiste em reinar. E seu reinado tem a ver fundamentalmente com a justiça aos pobres e oprimidos deste mundo – sinal e antecipação de seu senhorio definitivo.

Aqui está o centro da vida e missão de Jesus e de sua Igreja. Seu objetivo e sua meta fundamentais. Tudo o que a Igreja faz, deve fazer em vista do reinado do Deus e como sua antecipação em nosso meio. Diante da justiça do Reino que tem a ver, antes de tudo, com o direito dos pequenos e dos fracos e com a fraternidade entre todas as pessoas, tudo mais é relativo e secundário na Igreja.

 

A partir de Jesus Cristo e na força do Espírito Santo

 

A ação da Igreja deve ser a continuação da ação de Jesus. Ela deve ser o “corpo de Cristo” no mundo (1 Cor 12, 27). Embora isso possa parecer muito óbvio, a prática pastoral da Igreja nos leva a suspeitar dessa obviedade: basta comparar o que Jesus fazia com o que fazem nossas comunidades; o que era mais importante na prática de Jesus e o que consideramos mais importante em nossa prática! Daí a importância de mantermos os olhos fixos n’Ele (cf. Hb 12,2), de estarmos unidos a Ele e agirmos como Ele: “Quem diz que permanece com Ele deve agir como Ele agiu” (1Jo 2,6). Não se trata apenas de um encontro pessoal com Jesus. É preciso continuar sua missão nas galiléias da vida... De modo que a vida/prática de Jesus deve ser o critério e a medida de nossa ação evangelizadora!

Tudo isso só é possível na força do Espírito Santo que é o Espírito de Jesus. O Espírito que conduziu e sustentou Jesus na missão (cf. Lc 4,16-21) é o mesmo que conduz e sustenta sua Igreja na missão (At 1,8). Ele não é uma “alternativa” a Jesus, que nos leva a fazer “outras coisas”. Ele faz

na Igreja e através da Igreja o mesmo que fez em Jesus e através de Jesus, pois sua missão é “ensinar” e “recordar” tudo o que Jesus disse e fez (Jo 14,26). O Espírito da Igreja, portanto, é o Espírito de Jesus de Nazaré. O que Ele faz na Igreja é o que fez em Jesus que “passou fazendo o bem” (At 10, 28), isto é, tornar realidade o Reinado de Deus, cuja característica principal é a justiça aos pobres e oprimidos deste mundo.

 

Como Igreja discípula, missionária e profética e misericordiosa

 

A ação evangelizadora é tarefa de todo o povo de Deus, de toda a Igreja e não apenas dos que presidem a Comunidade e de alguns grupos pastorais, por mais que estes tenham uma função importante e necessária na animação e coordenação desta tarefa.

A Igreja realiza sua missão como discípula, missionária e profética:

Como discípula: o mestre é sempre Jesus e a Igreja é sempre sua discípula. Daí a necessidade de estar com Ele, aprender com Ele (Jo 13,13ss) e ficar alerta contra a tentação de nos fazermos mestres (cf. Mt 16,23; Mc 8,33).

Como missionária: o discipulado desemboca e se concretiza na missão. A Igreja “é, por natureza, missionária”. A missão não é uma atividade (missão popular, atividade pastoral), mas um modo de ser e de viver a vida: viver como Jesus Viveu (Lc 9,23-25).

Como profética: anuncia a Palavra, também nas horas inoportunas (cf. 1Tm 4,2), denunciando e enfrentando situações bem concretas que ameaçam a obra criadora de Deus e seu projeto de vida e fraternidade. Mesmo que custe caro: conflito, perseguição e até o martírio (Jo 15, 20).

 

Alimentada pela Palavra de Deus e pela Eucaristia

 

A ação evangelizadora da Igreja brota, enraíza-se e nutre-se sempre da Palavra de Deus e da Eucaristia, duas mesas, mas o mesmo alimento. A Palavra que arde no coração dos fiéis (Lc 24, 32), faz com que eles participem da mesma entrega de Jesus, celebrada na Eucaristia: “fazei de nós um só corpo e um só espírito”.

Por meio de sua Palavra, Deus cria, salva e santifica. Essa Palavra dita/realizada ao longo da história da humanidade, realiza-se, de modo particular, na história de Israel e atinge sua plenitude na vida de Jesus Cristo. E é discernida e interpretada através das Sagradas Escrituras. Daí a importância e centralidade da Sagrada Escritura: discernir na Palavra de Deus no dia-dia de nossas vidas.

A Eucaristia é, por excelência, o sacramento da vida cristã – “fonte e cume” da vida cristã. É a celebração da entrega de Jesus e da participação da Igreja nessa entrega. É sacramento do Calvário e não representação/teatro da última ceia; atualização da entrega de Jesus em nossa entrega: que Ele nos transforme naquilo que comungamos – corpo de Cristo no mundo.

Alimentando-se, portanto, da Palavra e da Eucaristia, a Igreja vai se tornando Palavra de Deus no mundo; corpo de Cristo na história.

 

Á luz da evangélica opção preferencial pelos pobres

 

Um dos traços mais característicos da Revelação e da fé bíblicas é a centralidade dos pobres e oprimidos: Deus é o Deus dos pobres e oprimidos (cf. Jd 9,11); a fidelidade a Deus passa pela justiça "ao pobre, ao órfão, à viúva e ao estrangeiro", símbolos dos marginalizados de todos os tempos. Esse aspecto central e fundamental da nossa fé nunca se perdeu completamente na vida da Igreja, mas foi redescoberto e enfatizado com muita força na Igreja da América latina nas últimas

décadas.

Não se trata de algo meramente opcional nem de algo que diz respeito apenas a alguns grupos na Igreja (assistência, pastoral social, Caritas etc.).Trata-se de algo constitutivo e central na vida e missão de toda a Igreja, em todos os seus serviços e ministérios, ainda que o modo de realizar isso seja diferente na liturgia, na catequese, na pastoral social e assim por diante..

Esse aspecto da revelação e da fé cristã é tão fundamental que se pode dizer que sem opção pelos pobres não há Igreja de Jesus Cristo.

Por isso, o papa João XXIII falava da Igreja como “Igreja dos pobres”; o papa Paulo VI afirmou que os pobres “pertencem à igreja por direito evangélico”; o papa João Paulo II retomou a afirmação de São João Crisóstomo que recordava que “Aquele que disse: ‘isto é o meu corpo, também afirmou: ‘viste-me com fome e não me deste de comer’”; e o papa Bento XVI Insistiu na Conferência de Aparecida que “o opção preferencial pelos pobres está implícita na fé cristológica”.

 

 

III – NOSSAS URGÊNCIAS PASTORAIS

 

A avaliação da nossa ação pastoral feita ao longo do ano em confronto com a prática de Jesus e os desafios da nossa realidade nos ajudou a perceber algumas ambigüidades e fragilidades que exigem de nós uma atenção e um cuidado especial e, assim, apresentam-se como desafios ou urgências pastorais em nossa diocese: vida Cristã como seguimento de Jesus Cristo; opção preferencial pelos pobres; comunidade eclesial.

Essas urgências respondem a um objetivo concreto e serão trabalhadas através de alguns programas. Elas devem ser retomadas e dinamizadas de modo criativo nas paróquias, comunidades, pastorais, grupos e movimentos.

 

 

1. Vida Cristã como Seguimento de Jesus Cristo

 

Objetivo: Fortalecer a vivência cristã como estilo de vida e seguimento de Jesus de Nazaré a fim de sermos testemunhas autênticas de Jesus Cristo.

 

Como:

A. Promovendo formação permanente e sistemática, através da Escola Diocesana e de Escolas paroquiais, para catequistas, lideranças comunitárias, agentes de pastoral;

B. Criando ou revitalizando os Círculos Bíblicos na sede das paróquias e nas comunidades, ligando fé-vida;

C. Preparando bem a liturgia dominical, através dos textos bíblicos em sintonia com a realidade (comentários, preces, homilias, cantos etc.), insistindo sempre na vida cristã como vivência do que está sendo celebrado;

 

2. Opção preferencial pelos pobres

 

Objetivo: Assumir o compromisso com os pobres (serviço, direitos) como atitude fundamental do discípulo de Jesus Cristo para sermos sinais de comunhão e transformação

 

Como:

A. Promovendo a cidadania e o resgate da dignidade dos pobres, através da vida comunitária e

da articulação das comunidades eclesiais de base;

B. Participando e fortalecendo as lutas populares em nossa região (moradia, terra, água, saúde, coleta seletiva etc.), particularmente nas áreas onde estão sendo implantados os grandes projetos econômicos (barragens, canal da integração, projetos de irrigação, carcinicultura etc.);

C. Criando e/ou fortalecendo as pastorais sociais: Pastoral da Criança e Pastoral da Pessoa Idosa; Pastoral da Saúde; Pastoral Carcerária;

D. Mobilizando a participando do grito dos excluídos;

 

3. Comunidade eclesial

 

Objetivo: resgatar a identidade das comunidades de base como lugar de vida fraterna, de oração e compromisso com os pobres

 

Como:

A. Promovendo um estado permanente de missão através de visitas, mutirões, encontro das comunidades, acolhida e inclusão de todos;

B. Fortalecendo e resgatando a identidade das Comunidades Eclesiais de Base com círculos bíblicos, ofício divino, celebração dominical, engajamento social e comunhão entre as comunidades;

C. Implantando estruturas de comunhão e participação, com setorização das paróquias e formação de conselhos comunitários e paroquiais.

 

 

CONSIDERAÇÕES FINAIS

 

O Plano de Pastoral é resultado de um esforço coletivo de pensar e planejar nossa ação pastoral a partir da ação de Jesus e dos desafios da nossa realidade. Se queremos realmente ser “testemunhas de tudo o que Ele fez” (At 10, 39), não podemos fazer qualquer coisa nem nos contentar com qualquer resultado. Como Ele, teremos que passar “fazendo o bem” (Al 10, 38) – sendo sinal e instrumento da misericórdia e da justiça de Deus neste mundo. Para isso fomos ungidos com o Espírito Santo.

Isso exige de nós e de nossas comunidades, pastorais e movimentos conversão e criatividade pastorais. Conversão à missão de Jesus: priorizar o que Jesus priorizou – acolhida e serviço às pessoas em suas necessidades. E criatividade nesse serviço às pessoas em suas necessidades.

Certos de que contaremos sempre com a presença e companhia de Jesus (MT 28, 20), lancemo-nos, pois, com Ele nesta aventura evangélica e sejamos sinais e instrumentos do reinado de Deus neste pedacinho do mundo que é o Vale do Jaguaribe.

Igreja Católica Apostólica Romana.

Diocese de Limoeiro do Norte-CE.

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